*2006 Pedra do segredo
*2006 Cassino a Chuy 250km, ao fórum binacional Brasil-Uruguai. Eu e o Rodrigo marcão.
*2006 Cassino a Chuy 250km, ao fórum binacional Brasil-Uruguai. Eu e o Rodrigo marcão.
*2007 Litoral do Uruguai 700 km.
Foram 10 dias, Eu, Rodrigo e Gustavo (gusbi). uma das melhores viagens! Para voltar nos indicaram um atalho pela serra de la rocha, lugar deslumbrante. (Sem fotos, só na cabeça.)
*2008 fev. À montevidel
*2008 fev. À montevidel Foram 10 dias, 700km muito sol , aja babosa (Aloe vera) par hidratar e muita água.
11/02/ 2009. Litoral Gaucho:
parte do objetivo desta viagem era ir em três cachoeiras pegar informações da cooperativa ecológica par ver a possibilidade de fazer uma cooperativa em Bagé no lugar da nutrifibras
Tragetória: Saida de torres com final da viagem em Cidreira, encaixotar a bici, pegar ônibus até POA, POA, Bagé.
Alimentação patrocinada pela nutrifibras, Produtos naturais (Bagé RS) :
base: aveia orgânica,( Tônica geral, mantem uma energia estável por umas boas 3 horas ou mais, acompanhada de alguma fruta bioregional que se compra no caminho).
E a bendita Água
Bom primeiro Três cachoeiras, pedalei um pouco até itapeva tive que voltar uns km pela estrada do mar para pegar um estrada de chão que liga até a 101. Já por à 101 que é terrível, perigosissíma, cheguei a Três Cachoeiras, Eu estivera hà dois anos lá e encontrei denovo a mesma guria encarregada sobre a cooperativa muito simpatica e lembrou de mim, ela me disse que esta um pouco estagnado o número de sócios, que a maioria do pessoal prefere comprar no mercado e não dão muito valor, me falou que tiveram que mudar a política, com os cooperados por não estar dando par pagar as contas, por ser uma cooperativa eu pensei que teria mais interessados e aumentária o uso de orgânicos beneficiando a saúde coletiva e da terra, mas vi que para mudar as massas é realmente difícil.
Enfim segui viagem...
Chegando de noite a Curumin fiquei num camping.
Segundo dia: 12/02/09
Sai cedo do camping pedalei e pedalei pala a areia entre as pessoas das praias acampei num matinho de pinheiros
Terceiro dia 13/02/09
vento à favor, por sorte achei uma pipa de lona que
adaptei como uma vela na bicicleta, andei um dia inteiro com bons ventos me impulsionando.
Como a bicicleta não tinha marcha, uma caloi velha, princesa, havia um certo risco de quebrar alguma coisa mas eu tinha fé que tudo ia dar certo.
Levei pouco dinheiro, estragou a bomba tive que comprar outra, não sabia o valor da 1´passagem e estava economizando so gastava em frutas para adicionar na aveia e ainda chorava mais barato frutas passadas e me diziam que depois eles destrocavam e não valia a pena dar desconto então racionei a comida
Cheguei em Cidreira, estava dando certo o invento da vela ate um pessoal praia aplaudiu quando eu passei sem pedalar e com velocidade. Gostei tando da vela que decidi seguir até São José do Norte, fui numa lan hause, no google e imprimi um novo mapa do novo caminho ai ja sobrou um dinheiro, beleza fiz a feira de mantimentos, maravilha de abacaxi de terra de areia bem docinho bem barato,
Ja de noite os ventos ganharam força e a bikeheólica voava a alta velocidade.
Fazia duas refeições por dia café da manha, aveia orgânica e frutas, banana ou abacaxi e de tarde Aveia Orgânica, tomate, etc., puxando para o salgado .
Como acampava nas dunas, sozinho no som das ondas não comia de noite para dormir rápido e pelo fato de não presisar de energia para dormir mas sim de descanço, repouso e paz mental
e acordava cedo e bem disposto
14/02/2009 Quarto Dia:
14/02/2009 Quarto Dia:
Pensei em aprimorar a vela ja que a pequena pipa deu certo comprar uma lona na próxima praia e fazer uma super vela, haa! mas para que comprar uma lona se tenho a lona da barraca ? no mesmo instante, surgiu de alguns pescadores que deixaram umas varas de bambu crioulo e cordas de varal bem novas , parecia que o universo estava conspirando a meu favor , eu um rapaz solitário viajando pela beira da praia adimirando as belezas da natureza litorânea contemplado por uma enorme mare de sortilégios e bençãos , agradecido enormemente a mãe Iemanja por suas hostes Aprimorei a idéia
criei uma vela com bambu e cordas que os pescadores haviam deixado para trás junto com a lona da barraca.
Ai dificil foi ficar parado a biciheólica andava até na areia solta sem que eu pedalasse quando a noite chegava com os vento mais fortes parecia um foguete chegava aos 40km/h eu so me dava o trabalho de ter que desviar de algum possivel obstaculo, e contemplar a mudança maravilhosa das cores do dia para noite, pude perceber também que a mare ja estava recuando com o final da lua cheia , o que deixava a areia mais firme para eu passar e progredir mais rápido.
os lábios para não rachar, também protegia do sol.
Não usei protetor solar e nem levei pois com a alimentação natural harmonizada com a estação das colheitas de abacaxi e banana me conferiram uma resistencia natural ao sol,
usei camiseta de manga comprida e calça leve comprida. boné .
25/02/2009 Quinto dia:
Parecia que o vento da noite não havia cessado e ja de manha icei vela.
Na quelas alturas ja não havia mais civilização como tinha antes e eu estava cada vez mais imerso no transe desta aventura.
Vi que a correia da princesa ja estava ringindo e seca como meus lábios, so não havia partido,
por sorte estava passando por uma aldeia de pescadores, era de manhã cedo e havia alguns pela praia recolhendo redes, parei para pedir informações, me apresentei contei de onde vinha e perguntei se havia algum lugar no vilarejo onde poderia conseguir óleo para lubrificar a correia, eles disseram que não, mas um deles muito generoso me levou até sua casa e me deu um pouco de óleo de seu caminhão conheci sua esposa também que me deu um pão muito bom, fui numa venda e comprei um suco de uva integral bebi num gole, comi o pão comprei provisões agradeci a hospitalidade, ganhei mais uma garra´fa com óleo e sai com desejos de boa viagem.
Para parar so deitando a bici , outra benefício era que o balão também servia de proteção do sol
Consegui água em uma casinha para dentro das dunas com umas mulheres que logo que me viram uma delas saiu correndo para o otra casainha e pegou uma coisa enrolada em um pano vermelho que eu vi de longe eu deduzi ser uma arma , provavelmentye os maridos etivessem pescando e elas so estavam se protegendo ,mas eu arrisquei ir até lá não tinha porque fugir temer ,so queria saber onde estava e um pouco de água que me foram cedidos e e
u estava em Currau velho, tinha um catavento girando com força eu perguntei e ela me disseram que era para produzir eletricidade e puxar água , enfim quando bebi a água puxada por energia renovável tive uma ótima surpresa pois era a melhor água que ja havia bebido durante toda a viagem, diferente de todas outras era salgada e doce leve, naturalmente gelada parece que vinha em mente a imagem , sensação de estar dentro do poço argiloso e gelado, agradeci e segui.
Na praia deserta após um banho de mar nas águas limpas mudei minha percepção da realidade segui levando a bici por um tempo caminhando com o balão fechado.
Depois inflei o balão mágico e segui a toda por prais desertas o dia inteiro sem ver uma viva alma
Depois inflei o balão mágico e segui a toda por prais desertas o dia inteiro sem ver uma viva alma
muitos quilômetros em alta velocidade meus olhos parece que estvam enxergando melhor com maior velocidade , minha mente parece que processava as coisa com desapego em tudo que via sem julgar voava de uma imagen a outra tudo muito rápido porque na minha percepção eu tinha que passar aquela parte com segurança e presisava dos aguçados, parece que o tempo estava alterado e ao mesmo tempo a bicicleta estava a velocidades inimagináveis estava fazendo grande força para segurar o guidão quase não conseguia mande-la em equilíbrio, o balão tinha descido um pouco, cedido, tinha que me abaixar fazer esforço para enxergar à frente e desviar de animais mortos valas de areia pedaços de barcos tive que resistir, gastaria muita energia se parase para arrumar o balão e no entanto ele estava funcionando muito bem fui cada vez mais profundo ja não tinha nada em mente so me segurava a bicicleta e ela me conduzia ao além sentia um pouco de frio com o entardecer mas não tinha motivação para me agasalhar seguia tentando ir o mais longe que eu podia, foi uma longa tarde diferente de qualquer outra que ja havia passado parecia ate que eu ja estava morto, ou na beira da morte num veiculo que eu conduzia entre a vida e a morte, talvez eu tenha atravesado a linha tenue que faz esta separação , não era mais eu , era o puro instinto que operava dissolvido nas paisagens do todo.
quando ia chegando a noite resolvi gravar aquele momento incrivel que eu vivera parei a bici peguei o celular com o objetico de filmar a bici se locomovendo a aquelas velocidades incriveis, com muito esforço levantei a bici e quando encheu o balão com a força do vento quebrou o bambu que a sustentava, se foi minha vela ,meu balão, pude perceber que o eixo da roda da frente tambem havia quebrado a algum tempo atras e eu vinha a toda velocidade por sorte que não me estoporei.
decidi acampar por ali para dentro em uma mata de pinheiros, ja era demais para mim, foi amelhor noite melhor acampamento , naquela altura ja estava falando com as árvores coisa que eu acredito que possa acontecer, elas me deram a melhor noite de descanço em meio a um bosque mágico com um tapete de conchão de suas folhas secas
Acordei juntei tudo e segui pedalando cheguei as 13:00h em São Jose do Norte de volta á civilização voltei a confluência das energias mundanas, pegando a balsa até Rio Grande, 14:00 estava embarcando para Bagé. Feliz da Vida. A certa altura, no mei da viagem fui no banheiro repirar um ar dar uma mijada uma cagada , o ônibus parou e eu no banheiro enfim fiquei mais um pouco depois naturalmente sai, quando ia sentando no meu assento uma voz conhecida me chama eu olho e era meu grande amigo e grande mestre , Jaime Carvalho do meu lado , ai ja seguimos proseando, ele me contando os couso das construções e eu os meu da viagem, ele ficou feliz porque eu estive me aventurando e dali ja surgiu a ídéia de nós descemos
o rio camaqüã de descemos o camaqüã junto com a sua prezada esposa Roberta Coimbra Querida amiga. É isso quanto mais fizermos as coisas que gostamos, mais às faremos!.






